“Cidadania participativa e ações sustentáveis"

O NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO completa 1 ano em 25 de Maio p.f.
Grandes avanços ambientais foram conseguidos em longos debates, muita discussão, acordos daqui e dalí, bancadas de parlamentares costurando um colcha de retalhos formada por uma legislação que datava de 1965.
Muito bem, no resumão determinou-se que caberia ao proprietário das terras a preservação da APP, área de preservação permanente, que é a vegetação que beira as águas, sejam nascentes, córregos, rios e lagos, e a Reserva Legal, que é de 80% na Amazônia Legal em áreas de floresta, 35% em áreas de cerrado e 20% para os demais biomas.
E quem não tem mais essa reserva ? Tem que plantar. E quem paga a conta ?
Dos olhos de quem não é proprietário de terra, quem deve pagar é o proprietário que fruiu o espaço para "ganhar dinheiro".
Dos olhos de quem é proprietário, quem deve pagar é o governo, pois a área foi usada para "produzir alimentos" para a nação.
Nesse novo jogo de empurra, 5 milhões de propriedades rurais se encontram ilegais.
Se o governo tomar as terras, terá que importar chineses para a mega reforma agrária que seria arrancar o produtor rural de sua propriedade e atividade, se o governo  se limitar a multar, não haverá recursos para pagar tamanha multa, se o governo apenas observar então não terá valido todo o esforço para confeccionar uma lei tão "bonita"
Surgem então as ONGs e OSCIPs sérias que podem com dinheiro que já existe nos emaranhados de trilhos do tesouro nacional que podem fazer esse trabalho, com expertise, pessoal e claro dinheiro.
É hora então de aproximar o que tem fome, do que tem a comida.
O Brasil precisa respirar mas também comer.




Painting by John Sokol
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Duas maldições muito cruéis para um povo, a do Petróleo e a da Corrupção, que aqui no nosso Brasil resolveram caminhar de mãos juntas, tomadas de glória pelos políticos nomeantes e nomeados para os infindáveis cargos que a Petrobrás, comandada pelo Presidente do Brasil de Plantão, se lambuza a cada dia.
Assim mal se começa a cheirar a carniça de Pasadena, após um ano de sua compra os cânceres da nossa grana compraram mais uma joia para a coroa da quebradeira...Com as bençãos da Tia Dilma, a Petrobrás comprou a Suzano Petroquímica. Avaliada por R$1,2 bilhões na bolsa, a nossa generosa empresa de óleo mineral a comprou por R$2,7 bi, livrinhos para a família Feffer e acinistas menores, e ainda ficou com uma dívida de R$1,4bi, somando um total de R$4,5bi..., para uma bagaça que valia 3 vezes menos.
O azedume ainda envolve uma corretora uruguaya que nunca havia negociado ações da Petrobrás e que foi às compras antes do anúncio da generosa petrobucha...
Mas..., "eu não conheço" , "nunca ouvi falar", "imagina, eu estava em Itanhanhem" e tantas outras frases de efeito, fazem a cueca melar, e não é de petróleo, nem de polímeros.
Será que tudo que esse governo põe a mão vira sujeira ?
Dá para continuar com esse engodo aceitando que "foi sem querer querendo" ?
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A Cavalaria da Policia Militar do Estado de São Paulo foi fundada em 1892.
Apenas no ano de 2014 as mulheres foram aceitas na batalhão da "Guarda Montada", um avanço por suposto.

Fato é que a cavalaria está estabelecida em Grandes Cidades como São Paulo, Campinas e Ribeirão Preto, e as pequenas cidades, onde o cavalo é parte da cultura e tradição local, recebem todos os anos pré-eleitorais apenas viaturas equipadas de motor, pneus, computadores e se abastecem no posto de gasolina.

A minha sugestão para o Comandante é que desloque a cavalaria para as cidades com até 5.000 habitantes e verá a economia que farão nas compras públicas, angariará a simpatia local e com certeza teremos "veículos" 100% ecológicos, abastecido na própria grama da praça da matriz, ou nos inúmeros pastos ao redor das cidades.


O animal será melhor tratado, os policiais se sentirão os próprios Gerônimos e o meio ambiente ganhará muito com a decisão.
Detalhe, mais fornecedores, produtores rurais ganharão com a descentralização das compras hoje feita exclusivamente de uma só fazenda no município de Colina - SP.
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Ontem, abertura da Expozebu, a maior feira de gado Zebu (raças de origem indiana) do mundo a Presidente Dilma tomou vaia.
Tomou vaia de uma parte da nação que produz alimentos, empregos, riqueza.
Não tomou vaia porque a pecuária vai mal, ou porque não há crédito rural, nada disso.
Tomou vaia porque o pecuarista antes de tudo é um Brasileiro. O Pecuarista não foi à rua no movimento articulado sabe-se lá por quem e para qual finalidade que em breve completará um ano, o pecuarista foi para a Feira, para a Fazenda, para o Sindicato Rural, para o frigorífico conferir a balança, e finalmente a chefe do Executivo veio até o setor receber uma medalha (motivo de vaia) e receber a mensagem que "o País tem dono sim", que os donos são quase 200 milhões de Brasileiros e não um grupo de usurpadores dos cargos que estão.
Toma vaia porque merece. Toma vaia porque não sabe a que veio. Toma vaia porque o Brasileiro não quer copa padrão Fifa, quer educação para se formar e trabalhar. Toma vaia porque aumentou o bolsa-família em 10% e corrigiu a tabela do IR em 5%. Toma vaia porque afundou a Petrobrás e de lambuja o setor sucroalcooleiro.Toma vaia porque é um direito que nos cabe, e que é (ainda) garantido na nossa Constituição.
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No começo das trocas, que deu origem ao dinheiro, o indivíduo tem um objeto que não lhe interessa e quer trocar por outro que lhe interessa, até aí tudo bem. Milhares de anos se passaram até a invenção da moeda que atribuiu valor aos objetos e assim as trocas passaram a se chamar vendas. Da venda surgiu o vendedor, esse é o cara. O VENDEDOR criou vários outros personagens para justificar a sua existência, daí apareceram o produtor, o transportador, o fabricante, o investidor e um sem fim de pessoas cuja ponta tinha exatamente o vendedor.
O vendedor vende mercadorias, conflitos, propostas, pessoas, guerras, idéias... e quase sempre mantem-se no anonimato.
Nas últimas 4 décadas o vendedor inventou o Usineiro, que é a pessoa que teria sob seu domínio terras, bens e pessoas conduzidas a chicotadas em uma semi-escravidão para que seus bolsos fique cada vez mais cheio. Muitas pessoas compraram essa ideia do VENDEDOR.
Essa ideia persiste até hoje quando vemos usinas e mais usinas sendo fechadas, nessa Safra 10 delas não vão operar no Centro-Sul, 30 estão em recuperação judicial, e muitas outras estão enxugando, demitindo, reduzindo. As poucas que ainda estão na condição de empresas familiares já não sabem mais como fazer para continuar no mercado, cada vez mais abandonado pelo Governo.
Aí aparece o VENDEDOR pronto para vender mais uma pequena ou média Usina para o mega grupo estrangeiro formado de fundos de investimentos sem dono, multi-nacionais sem intimidade com o negócio e lá está ele , o VENDEDOR dizendo que essa é a melhor solução...
O nosso tesouro criado como Álcool, rebatizado como Etanol começa a ganhar a antipatia da população que acredita no vendedor de Pré-Sais, de Refinarias no Texas, de Gás de Xisto na amazônia e no "ostrich business" que tantas pessoas ano após anos são vítimas.
Ontem abasteci o automóvel em Franca com etanol a R$1,60, o VENDEDOR ainda não conheceu Franca, assim que ele chegar por lá, venderá a ideia do fim da concorrência, e todos os postos tabelarão seus "eta-nóis" pelo preço de Ribeirão Preto que é de R$2,10 e lá também a população começará a falar que "uzuzineiro" isso e aquilo, até que o VENDEDOR volte seus olhos para a indústria do sapato.

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Se o século passado foi o século do êxodo rural, esse promete ser o da ruralização das cidades.
Na tentativa desesperada de frear o aquecimento urbano, muitas cidades começarão a plantar hortas e jardins nas coberturas de seus prédios.
A ideia já começa a se espalhar por Tokio e outras megacidades com um mínimo de consciência ambiental.
Aqui em Ribeirão Preto, podemos em um breve futuro conceber uma política de ocupação de áreas urbanas vazias para receberem hortas.
Por mais interessante que a ideia seja não se propôs e não se realizou nada nesse sentido até agora.
Espaço, gente precisando trabalhar, necessidade de ocupação dessas áreas, necessidade de produzir alimentos mais próximo de casa e mais barato também temos... Esperamos que em breve o Partido Verde assuma seu espaço político na cidade e ações concretas venham a acontecer.

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Onde estão as pessoas que nasceram nessas décadas ?
Hoje fui à missa, não estavam lá.
Ontem fui a uma pizzaria, não estavam lá.
Amanhã irei a uma reunião política, não estarão lá.
A impressão que temos é que a geração "tô nem aí" existe mesmo,justamente por não estar em lugar algum, parece até não estar no facebook (pelo menos não na minha lista).
Por curiosidade olhei algumas páginas do face nas estatísticas, e quem curte q maioria das coisas tem entre 35 e 55 anos de idade.
O que teria causado essa baixa estima nessa geração filha de baby boomers para tê-los feito invisíveis ?
Quando encontramos algum deles entre os prestadores de serviço, pouco olham em nossos olhos, parecem ter pressa... pressa para o quê ? Para ir onde fazer o que ? Encontro ocasionalmente um ou outro e puxo assunto..., qualquer coisa..., a conversa não flui. Caramba... testo o meu hálito, parece estar tudo certo, tento um "é nóis", ou "e aê"..., nada.
Esses caras não estão formando times de futebol de quadra, não jogam voley a noite...
Ah..., definitivamente não estão na política onde os mais idosos não encontrão quem assuma o fardo.
Rápido, estimulemos os que nasceram em 2000 e nos conformemos em termos perdido uma geração.
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Já faz algum tempo que a Voyager (sonda espacial) cruzou o limite do nosso sistema solar rumo ao "infinito e além" em busca de vida, de novos planetas para instalarmos nossos genes, levando dentro de si um disco em ouro com músicas, desenhos, e parte do nosso conhecimento.
Esperamos que em 586 anos alguma resposta positiva venha e nossos irmãos alienígenas possam aterrissar no nosso planeta cinza para fazer expedições arqueológicas e então entenderem como conseguimos nos extinguir.
Fato é que ao investirmos recursos na prospecção espacial
 estamos olhando para a esperança e não para a solução. Moramos em um planeta com mais variedade de vida, genes, alimentos e recursos que qualquer outro planeta do universo e região.
Ontem, dia 31 de Março foi definitivamente proibida a caça às baleias praticada pelo Japão com fins científicos, mês passado a cidade de São Francisco, Califórnia baniu o uso de garrafas plásticas de água em recintos fechados com a promessa de bani-las da cidade toda até 2015.
Não é preciso buscar a solução noutro planeta, o que precisamos é transformar todo conhecimento humano em atitudes que nos dê essa sobrevida e mantenha o nosso planetinha azul habitável para a nossa espécie.
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Duas palavras que de imediato nos causam repulsa.
Niguém de nós em sã consciência quer ver seus filhos e filhas envolvidos no uso dessas duas palavras acima.
Muito menos o quer o Partido Verde - PV.

Propusemos em nossas Diretrizes Programáticas, falarmos de COMBATE À ECONOMIA DO CRIME e PLANEJAMENTO FAMILIAR, assuntos que foram suprimidos do último pleito para Presidente pois nossa então candidata não queria "ficar mal" com algum segmento da sociedade.
Acontece que chegou a hora, temos que falar sobre essas questões que nos atinge a todos de forma aberta, discutir o uso e a prática, rever conceitos, avaliar as estatística e colocar tudo na mesa.
O PV quer discutir as políticas que dão certo e não as que comprovadamente não alcançaram sucesso.
A maconha é a rainha das drogas, pois não sendo de imediata adição, ou de "menor dano" faz com que o usuário visite várias vezes a "boca de fumo" para se abastecer, se hoje para comprar canabis, em outra oportunidade lhe serão oferecidas outras drogas, armas, prostitutas e toda a gama de produtos disponíveis pelos barões da morte.
Queremos enterrar essa passagem em definitivo, levando à discussão o tema, é preciso falar sobre o problema se o quisermos vê-lo resolvido.
É mais fácil encontrar bebês jogados em caçambas que meninas se furando com agulhas de tricô, ou comprando ilegalmente Cytotec ou seus genéricos encobrindo o triste fato de em nenhum momento essas moças terem tido a chance de discutir sexualidade com pais ou com a escola.
Essa é a discussão que o PV quer abrir, e não a descriminalização nem da maconha, nem do aborto, o que queremos é debate como forma de encontrar o caminho certo.
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I just came back from the movies. (Lots to think about.)
Banalization of blood, death and weapons..., all of the traillers were about movies that envolves wars, then I picked up one that is supposed to tell about Greek and Persian wars...
Presindet Roosevelt of the US used to say "our products go after our movies", in a way that by selling movies and their culture the "rest of the world" friendly nations would be keen on "buying their ideas".
Are we buying it ? Are we buying war ? Are we getting used to see interplanetary or fiction, or history wars as a common thing ?
A few months ago I decided not to watch a popular TV show that humiliates people for the millions to see, I also stopped to buy the products they anounced on it.
I think it is time to review my Sunday runabouts, or the origin of the movies I get to see. Maybe when they produce a film about Socrates and Plato.
May peace be with you.

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Combater a desigualdade social pode parecer uma situação desnecessária aqui no interior de São Paulo, mas não é. São muitas as famílias estruturadas ou não que não têm acesso aos seus direitos por estarem de fora da margem do socialmente aceito. Pessoas que não conseguem emprego, porque não tem residência fixa, não conseguem documentos porque não sabem como conseguí-los, não têm crédito pois não conseguem formalizar as suas rendas...


Buscar a reforma política, se faz mais urgente que nunca, o Voto Distrital, misto ou não, mas distrital, o Voto Facultativo, a redução do número de partidos políticos ou a redução das verbas públicas para mantê-los com o famoso Fundo Partidário, o Financiamento Público de campanhas, a igualdade no tempo de TV e rádio, tudo fará com que o eleitor possa realmente escolher e eleger gente que ele conheça.

A reversão das emissões de Carbono garantindo a interrupção do aquecimento global e da mudança climática, a proteção aos mananciais de águas potáveis, a preservação das florestas e criação de áreas de proteção ambiental, aproveitamento das energias solares e eólicas para produção fotovoltáica e investimento pesado em Educação ambiental
Como alimentar uma crescente população de brasileiros e povos do mundo todo é a outra questão que o PV propõe, o respeito à propriedade, à agricultura familiar, com políticas de securitização da produção com preços mínimos garantidos ao pequeno e médio produtor, aplicação de técnicas financeiras como o hedging e estimulo às cooperativas locais, pequenas aos moldes das que são aplicadas em Israel, Dinamarca e Japão.


Essas são as principais metas que o Partido Verde busca atingir, esse é o discurso que estamos preparados para estabelecer nas próximas eleições e mesmo sendo ainda minoria, entendemos que essa é a grande vontade da nação. Por isso lutamos, para isso estamos aqui.

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O que faz um partido político ser diferente dos demais ? As pessoas que estão nele.
Assim mesmo, simples assim. O Partido Verde no Brasil e no Estado de São Paulo é diferente porque as pessoas que estão nele primam pela ÉTICA.
What makes a political party be different from its pairs ? The people who are in it.
Simple as that. The Brazilian Green Party and in the State of São paulo is different because the people who are in it prime for ETHICS.

Mas não só essa virtude nos move. Sentir-se membro integrante da NATUREZA também faz toda diferenças, pois valorizamos a VIDA e toda sua diversidade.
Temos nossas opiniões pessoais mas isso não impede que respeitemos os DIREITOS coletivos e individuais.
Not only this quality moves us. To feel yourself as an acting member of NATURE makes all difference, as we valorize LIFE and all of its diversity. 
We have our personal opinions but it does not avoid us from respecting group and individual RIGHTS.

Vemos a vida do ponto de vista do HUMUS, origem da palavra HUMILDE, e buscamos nos menos abastados as respostas para a preservação do todo.
Ao observar que as pessoas pobres, que vivem com pouca materialidade são tão ou mais felizes que os que vivem emergidos no consumo, percebemos que o consumo excessivo não é resposta para o vazio do peito e lembramos do nosso valor ESPIRITUALIDADE, essa sim que nos preenche de anima.
Ao ver nossos irmãos nas valas da doença e do abandono pensamos então em uma SAÚDE PÚBLICA feita com CARINHO, e é aí que entram os nossos líderes.

Vejam o que diz nosso amigo GILBERTO NATALINI, membro do Partido Verde :
See what our friend Gilbeto Natalini, member of the Green paty has to say : (Portuguese)
Continuação 



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Eu voto distrital

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