“Cidadania participativa e ações sustentáveis"

Estamos em 2017.
Algo acontece com uma repentina mudança de comportamento social nessa década do segundo milênio.
Para não precisarmos ir na história antiga, tomemos duas décadas do século passado, as de 70 e a de 80.
Bastaria postar algumas fotos dos biquinis, topless, cabeleiras, "cigarrinho do capeta", e todo mundo reconheceria as imagens como de uma época em que nada era permitido mas tudo era liberado, era aceito, era bacana.

A maioria dos que lêem essa postagem viveu e curtiu tudo isso. Viu alguns amigos morrerem de aids, inclusive por conta da promiscuidade desprotegida.
Mas o milênio virou, só que até a década passada ainda vivemos uma pausa pré smart phones, e então nessa década de 10 o big brother invertido começou a espiar todo mundo, a formar coletivos de ataques delirantes e de fakenews, o que antigamente chamávamos de fofoca.
Ao vermos nossa felicidades de outrora se esvair, culpamos a felicidade,a religião, o trabalho, o sucesso do outro, e no pacote a sexualidade alheia, seja ela espelhada em Apolo, Diana, Jocasta, e uma série de perversos deuses e humanos gregos que floreiam a psique humana.
Agora sim, voltando o tempo, pegue uma data entre 5.000 anos e hoje, o ser humano é o mesmo, os desejos são os mesmos, as fantasias são as mesmas, a sede de vinho é a mesma.
Porém, o castigo aplicado pelos inquisidores atuais que até a primeira metade de suas vidas eram felizes e se lambuzavam no ócio e na vadiagem agora são os novos paladinos da moral e dos bons costumes.
O ódio interno é o único veneno que lhes tira a paz, e em não estando em paz não se sentem em condição de amar e de serem felizes, como eram antes.
O trabalho na caridade ajudaria muito a dissipar essas mágoas, o alto índice de suicídio, de feminicidio, de infanticídio e ou do simples assassinato da própria amiga felicidade.
Abrace alguém, isso fara você se sentir mais amado, bem ai pode estar a semente de uma nova vida, sem ódio.
Vamos. Multiplique bons pensamentos, seja tolerante, seja amável, veja o outro como oportunidade para a sua evolução. Bora ser feliz.

We are in 2017.
Something is happening with a sudden social behavior change in this second millennium's decade.
Not to go back too long in ancient history lets take two decades of last century, 70's and 80's .
All I needed was to post some bikini, topless, long hair or "devils cigarettes" and everyone would recognize the images of an age in which everything was forbidden but done, accepted, it was cool.

Most of my readers lived and enjoyed that period. Some of us saw our friends dieing of aids even because of unprotected promiscuity. 
Anyhow the new Millennium came, up to its first decade we had a break, until smart phones appeared in 10's and inverted big brother started to spy on each others lives, making delirious groups able to attack and multiply fake-news or gossips as we used to say.
When seeing our happinesses of the past go, we blame happiness, religion, work and success of others, in in a bigger pack, their sexuality, either reflected from Apollo, Diana, Jocasta, and a series of perverted Greek Gods and Humans who surround the human psyche.
Now, going back even deeper in time, pick up a date from 5,000 years to now, humans are the same, same desires, fantasies and thirst for wine.
However, punishment applied by actual inquisitors who up to their first half of their lives abused on idleness and vagrancy are now the new paladins of moral and good manners.
Their inner hate is the only poison to push back their peace, and not by being in peace they don't see themselves in a position of loving and being happy, as they were before.
 Working as volunteers would very much help dissipate those hurts, the high level of suicide, women killings, infanticide,  or simply murder of their own friend happiness.
Hug someone, that will make you feel loved and right there may be the seed of a new life, without hate. C'mon. Multiply your good thoughts, be tolerant, be gentle, see others as opportunities to change yourself for the good, an opportunity for your own evolution. Lets be happy.


 








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Está acabando...
Estamos todos sentindo o fim de uma era..
A era do contato entre as pessoas, dos grandes grupos de amigos, da sociedade que se reunia e via TV juntos, íamos as Discotecas, passeávamos juntos, ficavámos juntos, mesmo que a toa.
Buscar culpados não faz sentido, mas podemos buscar a origem dessa mudança.
Podemos atribuir tudo as novas gerações , ou a nós mesmos, os tiozões.
A tecnologia cavalgante, ops speedada supera-se a cada dia com seus novos lançamentos, e não conseguimos reeducar as crianças cristal, índigo ou millenials..
Ele, pode ser que tenha sido ele , o Smart Phone..., a soma de um telefone, de um walktalk, de um computador, de uma camera fotografica, foi com ele que todos nós nos reconectamos aos nossos grupos sociais de antigamente, rebatizados de mídias sociais, e então desenvolvemos uma enorme preguiça de ter contato físico com nossos conhecidos e quem dirá com estranhos.
A tecnologia está nos tirando das filas de bancos, onde fazíamos alguma social com outros clientes, fosse para reclamar da fila, do atendimento ou do próprio governo. Os aplicativos para esses monstrinhos de mão estão agora  eliminando os e-mails, que já eliminaram as cartas, aquelas, escritas a mão e colocadas no correio, pela bagatela de Cr$16.900,00 em selos, mas isso já faz muito tempo, poucos devem se lembrar. (um pouco por conta dos Alzeihmers da vida)


Os aplicativos roubam o trabalho do cartório, depois de 500 anos de autenticação das antigas assinaturas a caneta, agora tudo se resolve com bits..
Por falar em Bits, lá veem elas, as Cryptocurrencies, moedas eletrônicas, uma solução definitiva para o fim dos Bancos (ah... que sonho !), que levará ao fim da profissão de bancário, como de mais de 60% das profissões existentes nos próximos 15 anos... curto tempo, né ?


Mas como lidarmos com a robotização do mundo , se não valorizarmos a nossa espiritualidade, os nossos sentimentos ?
Sim, teremos amigos robôs, teremos namoradas e namorados robôs... eu acredito nisso,a eletronização da velha boneca inflável, mas a pergunta é, estamos prontos ?
Devemos mesmo nos afastar dos nossos amigos, da nossa família ? Aguentaremos o tranco ?
A máquina vem para nos ajudar, mas não conseguirá nos dar amor. 
Conseguiremos viver sem amor ? Sem compaixão ? Sem amparo humano ?
A espiritualidade nos diferencia das máquinas e nos une numa chama divina, que chamamos de sentimentos, e isso nos reconecta a Deus, daí o nome Religião, "religar" - antes de desligar, devemos buscar aos outros. Nas pessoas estão as nossas respostas.

Seremos avós de crianças Homo sapiens futurus, Sim, ok ? Mas eles nos reconhecerão como seus ascendentes ?
Enquanto isso está acontecendo numa velocidade até agora acompanhável, não percamos a essência. Reconectemos-nos com nossos amigos e família, núcleos originais e base de tudo o que ainda somos.
Quem consegue fazer um bolo e convidar alguém para um cafezinho ? Visita ? Sim, visitar pessoalmente alguém ou receber visita. Podemos começar por aí.
Que futuro estamos criando ?
Bem-vindos ao passado.

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